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DESLIZAMENTO DE BARRANCO COLOCA CASAS EM RISCO NO BAIRRO SÃO JOSÉ EM BARROSO

DESLIZAMENTO DE BARRANCO COLOCA CASAS EM RISCO NO BAIRRO SÃO JOSÉ EM BARROSO

Na tarde desta terça-feira (13), uma moradora da Rua Nazareno, no bairro São José, em Barroso, entrou em contato com a nossa reportagem e relatou que a residência dela e de mais outras duas famílias estariam correndo riscos devido ao deslizamento de um barranco.

A cidadã confirmou que os deslizes de terra aconteceram em outras ocasiões, sendo a Prefeitura acionada para solucionar o problema. Nas redes sociais, um vídeo foi publicado por ela e mostra a distância de, pelo menos, um metro entre o barranco e uma das casas.

Contudo, devido ao grande volume de chuvas, aumenta a preocupação das famílias que ali vivem. Os moradores disseram ter entrado em contato com a Prefeitura que providenciou a limpeza do local e a visita da Defesa Civil para realização de uma vistoria.

A reportagem entrou em contato com o Executivo que em nota esclareceu estar acompanhando, através da Defesa Civil, o movimento de massa ocorrido na superfície. A mesma informou que uma ruptura de canos d’água ocasionou o movimento de massa, sendo sanado imediatamente pela Copasa, após acionamento.

Ainda de acordo com a Defesa Civil, um relatório foi feito e entregue aos moradores, por meio da solicitante. Estes foram orientados pelo órgão, por questões de segurança, se abrigarem em outra residência ou ambiente seguro, sendo direcionados para o mesmo.

Na manhã desta quarta-feira (14) a Defesa Civil realizou a proteção provisória da área afetada com técnicas e metodologias de segurança, informando ser necessário a construção de métodos de engenharia de contenção para proteção das casas e da via pública.

O processo para a realização da construção do mesmo já foi iniciado. Sendo a parte burocrática finalizada imediatamente e a contenção permanente construída. O prazo para o término da construção não foi informado.

Referente a orientação dada às famílias, a reportagem foi informada por uma das moradoras, em casos de sinais de perigo, poderiam ir para a casa que há nos fundos, sendo esta da mãe e do irmão dela. Porém, devido ao tamanho da casa e a quantidade de pessoas que precisariam de abrigo, ficaria inviável. A mesma relatou não ter condições financeiras de pagar aluguel em outro lugar.

Foto: Defesa Civil de Barroso

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